Avaliação do I Curso de Formação Política e Profissional em Saúde Coletiva (CFPP)

Por Marco Túlio Pereira¹ e Hugo Crasso²


O Curso de Formação Política Profissional em Saúde Coletiva (CFPP – Saúde Coletiva) ocorreu em Belo Horizonte, na Faculdade de Ciências Médicas, entre os dias 12 e 19 de dezembro. Estudantes de diversos cursos estiveram presentes: psicologia; enfermagem; medicina; farmácia; terapia ocupacional. A programação consistiu em uma semana de atividades onde durante o dia os estudantes participaram de ações práticas em centros de saúde da PBH e Centros de Convivência da Rede de Saúde Mental da PBH, enquanto as noites eram reservadas para debates sobre temas relevantes para a construção da saúde como determinação social da saúde, atenção primária, saúde mental, saúde do trabalhador, organização dos trabalhadores da saúde e movimento estudantil, principal ferramenta de atuação dos estudantes na luta pela saúde.

 

“… o curso foi muito importante como um primeiro passo rumo à inserção nas discussões políticas que tocam a saúde. Não é agradável ver a pobreza e exclusão social determinando doença e morte, mas penso que isso pode ser diferente. Muitos filhos, muitas infecções, pouco conhecimento e recursos financeiros, sendo a grande maioria da população negra. Muitas histórias que se repetem numa grande fábrica de adoecimento. Nas discussões sobre o Atual momento do SUS, a Realidade atual do trabalho em saúde e a Organização e luta dos trabalhadores, ficou declarada a necessidade de nós, futuros trabalhadores do SUS, tomarmos como bandeira a defesa desse Sistema, que foi conseguido com muito esforço e mobilização na 8° Conferência Nacional de Saúde. Ficaram nítidas as contradições que ainda ocorrem nesse processo de construção de um SUS não apenas para pobres. Dentre elas o baixo investimento do Governo em saúde, a privatização dos serviços e o não compromisso de alguns gestores com o povo brasileiro.” (Raíza de Almeida Aguiar, estudante de Medicina do 4° período, UFMG)

“No Centro de Saúde que eu fiquei (Centro de Saúde Goiânia) fui muito bem recebida pelo Dr Jorge, que nos mostrou tudo e nos deu uma boa visão de como tudo funciona.” (Juliana Versiani dos Reis, estudante de Medicina do 4° período, UFMG)

 

Apesar das dificuldades, do pouco tempo de construção e divulgação, o curso teve um saldo muito positivo. Conseguiu envolver estudantes das mais diversas áreas da saúde e de diferentes universidades de Belo Horizonte e algumas do interior (Itaúna, Viçosa), possibilitando aos estudantes um rico espaço de reflexão sobre os dilemas atuais do trabalho em saúde e da Saúde Pública brasileira, além de um espaço de articulação das entidades estudantis envolvidas.

O CFPP – Saúde Coletiva demonstra que a reflexão crítica e a politização dos estudantes se dão a partir de questões que dialoguem com a sua realidade concreta de estudante e de futuro trabalhador em saúde. Além disso, reafirma as vivências intercaladas com discussões teóricas como uma importante ferramenta pedagógica para a formação política do Movimento Estudantil.

É fundamental que o ME de saúde se debruce sobre a realidade do trabalho em saúde, mostrando aos estudantes os dilemas e desafios do seu futuro profissional e os espaços coletivos de luta para o enfrentamento desses desafios, como os sindicatos de trabalhadores. Além disso, é essencial que o ME de saúde realize um debate sério e independente de governos e posturas oposicionistas sobre o requentado projeto VER-SUS do Ministério da Saúde, que pode ser uma importante ferramenta de massificação do ME de Saúde a partir da discussão de uma Saúde Pública realmente universal.

Belo Horizonte, 04 de janeiro de 2011.

LEGENDA

DAFAFAR – Diretório Acadêmico da Faculdade de Farmácia – UFMG
DALM – Diretório Acadêmico Lucas Machado – FCM-MG
DENEM – Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina
ENEFAR – Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia
SUS – Sistema Único de Saúde
PBH – Prefeitura de Belo Horizonte

¹ Estudante do 12° período do Curso de Medicina da UFMG e membro da Comissão Organizadora do I
- CFPP – Saúde Coletiva

² Estudante do 7° período da UFPA, membro da Comissão Organizadora do I – CFPP – Saúde Coletiva
e Coordenador Geral da DENEM Gestão 2011.

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Estimulando o pensamento crítico

 

 

 No dia 10 de novembro deste ano o CEMED promoveu o seminário “Tecnologia médica e farmacêutica e seu impacto na medicalização”, com a participação do professor José Augusto Cabral de Barros, doutor em saúde pública pela Universidade Autônoma de Barcelona, co-fundador da SOBRAVIME (Sociedade Brasileira de Vigilância do Medicamento) e autor de diversos livros sobre publicidade e medicalização e políticas na área farmacêutica.

Através de uma exposição bem sólida e consistente, diversos dados foram apresentados com a finalidade-mor de estimular a reflexão sobre a influência da indústria farmacêutica nos rumos da pesquisa e da saúde, com ênfase ao uso irracional dos medicamentos.

De acordo com a OMS, em dados de 2002, cerca de 50% dos medicamentos são prescritos, vendidos e administrados de forma inapropriada, e os demais 50% são usados de forma indiscriminada pelo próprio usuário/paciente. Isso consolida estatísticas referenciando gastos anuais nos EUA e na Europa, da ordem de 4,5 e 9 bilhões de dólares, respectivamente,  com antimicrobianos em uso indiscriminado. Além de todo o custo gerado equivocadamente, torna-se altamente relevante e primordial questionar os impactos na área de saúde, e, em especial, aqueles com efeitos diretos na vida dos usuários. Neste ínterim urge questionarmos sobre a origem de toda essa temática, bem como sobre a real função social do farmacêutico no sentido de ir de encontro a esse tipo de problema.

Outro foco foi o surgimento – ou apenas novas nomeações – das chamadas doenças psíquicas, denominadas, na maioria, de transtornos. Como exemplo disso, temos que nos EUA, entre 2000 e 2007 dobraram as prescrições médicas contra doenças como transtorno bipolar em crianças de 2 a 7 anos, conforme estudos da Universidade de Colúmbia.  Nesse caso a questão referencia até que ponto essas doenças psíquicas do mundo moderno não são apenas comportamentos antes considerados normais ou sentimentos negativos vivenciados pelo paciente, que, ao não saber lidar com os acontecimentos, procura auxílio medicamentoso. Neste contexto é importante ressaltar a influência da imagem visual passada pela publicidade farmacêutica, na qual sempre há pessoas felizes e realizadas, e, questionar a real necessariedade de toda a medicação prescrita. Nestes termos é fundamental também repensar no fato de doenças recentes como essas estarem sólida e substancialmente eivadas de investimentos, contrariamente ao que acontece com as doenças negligenciadas, as quais causam milhões de mortes anuais.

Reforçando o entendimento percebe-se que os dados apresentados mostraram que entre 1975 e 2004 desenvolveram-se 1556 novos fármacos, dos quais apenas 21 deles foram direcionados aos portadores de doenças negligenciadas.

Salientamos também um envolvimento relativamente questionável entre a indústria e os médicos, facilmente perceptível nos consultórios, onde é rotineiro encontrarmos representantes de diversas marcas de medicamentos, oferecendo uma diversidade de produtos. Diante desta notável observação a nossa reflexão paira sobre até onde os benefícios oferecidos pela indústria farmacêutica a esses profissionais da saúde exercem influência na prescrição medicamentosa.

Atualmente, conforme foi demonstrado na apresentação, cerca de 50 a70% das consultas médicas redundam em prescrições medicamentosas, sendo questionável se todas elas seriam realmente necessárias.

Outra máxima verificada é que atualmente está se tornando cada vez mais difícil encontrarmos pessoas que não fazem uso de qualquer medicamento, isto é aumenta-se cada vez mais o número de hipocondríacos no mundo, induzindo-nos a acreditar que a sociedade mundial está se tornando cada vez mais dependente de medicamentos.

Dentre toda essa discussão, outros temas relacionados foram abordados; todos com o objetivo de instigar o pensamento crítico dos futuros profissionais de uma área tão importante da saúde.            

Esperamos que os contextos apresentados, já os tenham estimulados a refletir sobre a responsabilidade e função social, amplitude e extensão da nossa profissão.

O CEMED continuará promovendo seminários com diversos outros temas, onde a participação do estudante é de suma importância tanto no que se refere ao avanço tecnológico com a finalidade de uma transformação holística do conhecimento farmacêutico, quanto para a ética e política social da área de saúde de nossa sociedade.

Quem sabe faz a hora não espera acontecer. Não deixem de participar!

Aguardem a divulgação dos próximos seminários!

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Porque lutar pelos 10% do PIB na educação?

Em dezembro de 2010, o governo federal lançou o novo Plano Nacional da Educação (PNE), projeto de lei que é elaborado a cada 10 anos para definir as metas de desenvolvimento da educação brasileira.

O último PNE, apesar de ter aumentado o acesso ao ensino superior público e privado, não cumpriu muito dos seus objetivos centrais. O Brasil ainda continua com apenas 13,6% de seus jovens matriculados no ensino superior, apenas 70% de índice de conclusão no ensino fundamental, 14 milhões de analfabetos e apenas 4% do PIB em média destinado à educação, mesmo com todo o crescimento recente. Isso sem falar na baixa qualidade do ensino público oferecido, na péssima remuneração de professores até o ensino médio e na grande desigualdade no acesso para negros e pobres. Isso tudo coloca o Brasil em um nível inferior a países de mesmo patamar de desenvolvimento e de vizinhos próximos, como Argentina, Bolívia, Chile e Venezuela.

O novo PNE ainda conserva vários erros do antigo, como a falta de direcionamento de responsabilidades no cumprimento das metas, participação excessiva da educação privada, fortalecimento do ensino à distância, pouca preocupação com a qualidade. Ainda sim, caso seja integralmente cumprido, representaria uma avanço.

Entretanto, um fato chama a atenção: o financiamento. Estudos realizados pelo IPEA e pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação demonstram que para que os objetivos do PNE não fracassem novamente e para que o Brasil tenha realmente um salto de qualidade no setor, seriam necessários pelo menos 10% do
PIB destinados para a educação, ao invés dos 7% propostos. Para que isso ocorra é preciso romper a resistência do governo, exigindo nosso direito constitucional à educação. E os estudantes tem que ser protagonistas nessa luta!

Por isso, a Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia (ENEFAR) e outras entidades estão se mobilizando para conseguir elevar o gasto com a educação. Não queremos 7%, nem para 2020, e nem para o ensino privado. Sem pressão popular, o governo não cederá. POR ISSO OS ESTUDANTES DE FARMÁCIA DE TODO O BRASIL ESTÃO EXIGINDO 10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA JÁ! 

No dia 4 de dezembro, faça sua parte! Assine o abaixo-assinado pelos 10% do PIB na Educação Pública (http://www.dezporcentoja.com.br/)! 

O DAFAFAR apoia a iniciativa e conta com a adesão dos estudantes de Farmácia da UFMG!

Vamos fazer nossa parte!

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Convocação Assembléia Extraordinária

Comunidade da Faculdade de Farmácia,

Convocamos todos, através do edital, para a Assembléia Geral Extraordinária que será realizada nessa sexta-feira dia 02 de dezembro, às 16 horas na sala 3003 na Faculdade de Farmácia, e terá como pauta a aprovação do novo estatuto do DAFAFAR, para acessá-lo clique aqui.

O último estatuto oficial do DAFAFAR é datado de 1995 e chegou a hora de aprovarmos um novo. Para isso, contamos com a participação de todos da Faculdade de Farmácia!

A presença de todos é sempre muito importante para o DAFAFAR, afinal somos feito por vocês e para vocês!

Compareçam, participem, opinem!

Eleição DAFAFAR – Gestão 2011/2012

Estudantes de Farmácia da UFMG,

Será realizada no dia 24 de Novembro, quinta-feira, a eleição para a gestão 2011/2012 do DAFAFAR.

A inscrição de chapas se encerraram no dia 19/11 as 17h.

Apenas a chapa “O Novo Sempre Vem” foi inscrita.  A  carta-proposta da chapa pode ser acessada clicando aqui: Carta proposta “O Novo Sempre Vem”.

O DAFAFAR é construído por todos os estudantes de Farmácia da UFMG. Por isso convidamos todos a  participar ativamente do processo eleitoralParticipe!!! No dia 24 de Novembro, quinta-feira, vote em quem você quer que te represente  e lute com você para garantir que os direitos dos estudantes de Farmácia da UFMG não sejam transgredidos.

As urnas estarão na Faculdade de Farmácia (FAFAR) e no Instituto de Ciências Biológicas (ICB) de 09hs as 19hs.

Atue também no DA!!! Através dele o estudante tem contato com os principais debates sobre ensino e profissão farmacêutica.

DAFAFAR 80 Anos

O Diretório Acadêmico João Ladeira de Sena é uma das instituições mais antigas da Universidade. Foi fundado no dia 11 de agosto de 1931 com o nome de “Centro Odontopharmaceutico”, logo após a mudança da sede para a Praça da Liberdade. Em 1932 passou a se chamar “Directório Odontopharmaceutico”, renomeado em 1933 para “Diretório Acadêmico da Faculdade de Odontologia e Farmácia – DAFOF”. Este último permaneceu até 1961, quando as Faculdades de Farmácia e Odontologia da então UMG (Universidade de Minas Gerais) se separaram. A partir disso, seu nome passou a ser “Diretório Acadêmico da Faculdade de Farmácia e Bioquímica – DAFARBIO”. Em 1971, após escolha dos estudantes, em assembleia geral, o diretório foi então denominado Diretório Acadêmico João Ladeira de Sena (DAJLS), homenageando como seu patrono o ex-professor e ex-diretor da Faculdade de Farmácia da UFMG, com destaque no período de 1917 a 1943.

Durante essa história de 80 anos, o Diretório Acadêmico esteve atuante nas diversas questões que envolveram a vida dos estudantes de nossa faculdade.

Do ponto de vista acadêmico, desde a década de 40, há registros da organização de eventos científicos pelo diretório. Com objetivo o de enriquecer e preencher lacunas na formação profissional, esse esses permitiram o contato dos estudantes com destacados profissionais da área. O principal exemplo, que em 2011 chega à sua 32ª edição, é o Simpósio Acadêmico de Estudos Farmacêuticos (SAEF).

A conscientização dos estudantes para os aspectos da profissão e da saúde pública também tem sido prioridade ao longo de diversas gestões. No aspecto político, o Diretório Acadêmico, desde sua criação, representa os estudantes junto às instâncias da faculdade e da universidade. Dessa forma, participou ativamente de todas as mudanças de currículo no curso, reivindicou melhorias no ensino em saúde, lutou por uma saúde pública universal, integral e equânime e defendeu os diversos interesses dos estudantes. O Diretório Acadêmico sempre foi protagonista no Movimento Estudantil de Farmácia no Brasil, lutando pelos anseios da profissão e do ensino farmacêutico e se articulando com lideranças profissionais e estudantis em diferentes épocas. Como exemplo disso, destacam-se a organização do I Congresso Nacional dos Estudantes de Farmácia em 1967, participação na fundação da Executiva Nacional dos Estudantes de Farmácia (ENEFAR) em 1994 e na sua construção até os dias de hoje. Em 1940 o DA já era filiado a UNE e UEE-MG.

Além disso, o diretório cumpre papel importante na integração entre os membros da comunidade acadêmica. Festas, eventos culturais e esportivos organizados pelo Diretório Acadêmico estiveram presentes na história da Faculdade. A boate Botica, na antiga sede na Av. Olegário Maciel, marcou época na cidade. Hoje, a vinhada de recepção aos calouros é um dos eventos mais famosos entre os estudantes da UFMG.

Foi com décadas de lutas que o Diretório Acadêmico cresceu juntamente com essa instituição centenária e se orgulha de fazer parte da história de conquistas da Faculdade de Farmácia da UFMG.

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Curso 4: Assistência Farmacêutica no SUS

- Ministrante:

Liziane Ferreira. Diretora de Medicamentos Estratégicos da Superintendência de Assistência Farmacêutica da SES/MG.

- Ementa:

SUS: breve histórico das diretrizes e organização. Organização da Assistência Farmacêutica. O papel do farmacêutico no SUS. Desafios e soluções em Minas Gerais – Rede Farmácia de Minas. Do gerenciamento ao cuidado – Guia do Cuidado Farmacêutico.

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Curso 3: Novas Tecnologias Para Produtos de Cabelo e Pele.

- Ministrante:

Luciana Muniz. Graduada em Química Tecnológica pela Unicamp, pós-graduada com MBA em Cosmetologia e 15 anos de experiência no segmento cosmético atuando nas áreas de pesquisa e desenvolvimento, testes clínicos, estudos de eficácia e avaliação sensorial.

- Ementa:

Morfologia capilar. Como provar os claims para produtos capilares. Tendências de marketing – condicionador e shampoo. Tecnologia – condicionador e shampoo. Produtos da biodiversidade brasileira aplicadas em cabelo. Proteínas e derivados.  Relaxantes, alisantes e tinturas capilares

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CURSO 2: Registro de Alimentos pela ANVISA: Regulamentações Horizontais e Específicas por Categoria

- Ministrante:

Adriana Rodrigues da Mata. Farmacêutica Bioquímica
e mestre em Ciências de Alimentos pela UFMG. Especialista em
qualidade total e agricultura industrial pela UFLA, em Saúde
Internacional pela CECOVISA/USP e em Vigilância Sanitária pela
FIOCRUZ. É Técnica da Gerência de Produtos Especiais da Gerência
de Alimentos/ANVISA.

- Ementa:

Procedimentos básicos de registro de alimentos.
Exigências técnicas e recursos admnistrativos. Regulamentações
horizontais básicas que os alimentos devem cumprir.
Regulamentos técnicos específicos das categorias de alimentos
com obrigatoriedade de registro.

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Curso 1 – O Farmacêutico na Perícia Criminal e na Análise de Doping

- Ministrante: Marcus Vinícus de Oliveira Andrade. Perito Criminal Federal. Graduado em Farmácia pela UFMG.

-Ministrante:Tanus Jorge Nagem. Graduou-se Farmacêutico-Bioquímico pela UFMG, e é doutor em Química pela mesma universidade. Professor titular aposentado na UFV, professor associado da UFOP, onde ocupa o cargo de Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação. É Presidente da Comissão Nacional de Controle de Dopagem da CBF desde 1996.

- Ementa: O curso abordará 2 áreas de atuação do farmacêutico: a primeira como perito criminal, em que será ministrado noções de criminalista, considerações acerca da importância do laudo pericial. Alem de noções sobre a estrutura da Departamento da Polícia Federal, principais áreas de atuação do Perito e outros temas como genética forense, toxicologia forense e muito mais. A segunda área abordada será no controle de dopagem e possuirá o conteúdo sobre o controle de doping como área de atuação do farmacêutico e informações sobre a inclusão do farmacêutico no processo de controle de doping.